Relativamente a Bernardim Ribeiro as informações sobre o seu paradeiro são muito vastas.
Presume-se que tenha nascido na Vila de Torrão,no Alentejo em data incerta.
Bernardim Ribeiro foi um importante escritor português renascentista e ficou célebre com a sua novela " Saudades", mais conhecida por " Menina e Moça".
Para além deste feito ficou conhecido por introduzir o Bucolismo em Portugal.
Algumas das suas poesias foram inseridas no Cancioneiro Geral de Garcia Resende. É-lhe atribuída por alguns a autoria da écloga Criftal, assinada por Cristóvão Falcão.
Os temas das suas obras andam à volta da infelicidade amorosa.
Calcula-se que tenha falecido em 1552.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Discurso Político. José Sócrates.
Em suma, dos discursos políticos que procurei não foi uma escolha fácil de decidir qual comentar e apreciar a sua forma como se dirige ao auditório. Todos parecem suscitar o meu interesse e enquanto auditório quase que me convencem.
Após muita procura e comparações optei pelo discurso de José Sócrates, o nosso estimado primeiro-ministro.
Dos vários discursos proferidos pelo nosso primeiro-ministro, achei este mais o adequado pela época em que nos encontramos, o discurso de final de ano do mês de Dezembro de 2007, retratando o trabalho desenvolvido no ano 2007 e a desenvolver no ano 2008.
Numa primeira perspectiva, o nosso primeiro-ministro, no discurso apresentado faz uma breve introdução apelando a atenção do auditório, elogiando-o. E ainda, sem grandes pormenores, apresenta um desenvolvimento bem estruturado, como o discurso em si, e uma conclusão comovente, fazendo um primeiro-ministro preocupado.
Analisando o discurso, mais detalhadamente, podemos constatar que José Sócrates desde o primeiro instante que começa a discursar a função que mais utiliza é emotiva. Tentando sempre aderência do auditório, sensibilizando este: " Há quem diga que tudo isto é pouco ou que conta pouco. Será sempre pouco, é verdade, para quem não precisa ou para aqueles que apenas insistem em desmantelar a protecção social que o Estado tem a obrigação de garantir na nossa sociedade."
Visto que, apesar de emocional, José Sócrates consegue um discurso bem estruturado e utilizar as restantes funções da linguagem.
Concluindo, José Sócrates utilizou uma linguagem muito bem escolhida, conseguindo ser perceptível por qualquer classe social portuguesa, o que é extremamente importante na aderência do auditório.
"A todos os portugueses quero desejar Feliz Natal e Feliz Ano Novo. Boas Festas.", faço minhas as palavras dele.
Após muita procura e comparações optei pelo discurso de José Sócrates, o nosso estimado primeiro-ministro.
Dos vários discursos proferidos pelo nosso primeiro-ministro, achei este mais o adequado pela época em que nos encontramos, o discurso de final de ano do mês de Dezembro de 2007, retratando o trabalho desenvolvido no ano 2007 e a desenvolver no ano 2008.
Numa primeira perspectiva, o nosso primeiro-ministro, no discurso apresentado faz uma breve introdução apelando a atenção do auditório, elogiando-o. E ainda, sem grandes pormenores, apresenta um desenvolvimento bem estruturado, como o discurso em si, e uma conclusão comovente, fazendo um primeiro-ministro preocupado.
Analisando o discurso, mais detalhadamente, podemos constatar que José Sócrates desde o primeiro instante que começa a discursar a função que mais utiliza é emotiva. Tentando sempre aderência do auditório, sensibilizando este: " Há quem diga que tudo isto é pouco ou que conta pouco. Será sempre pouco, é verdade, para quem não precisa ou para aqueles que apenas insistem em desmantelar a protecção social que o Estado tem a obrigação de garantir na nossa sociedade."
Visto que, apesar de emocional, José Sócrates consegue um discurso bem estruturado e utilizar as restantes funções da linguagem.
Concluindo, José Sócrates utilizou uma linguagem muito bem escolhida, conseguindo ser perceptível por qualquer classe social portuguesa, o que é extremamente importante na aderência do auditório.
"A todos os portugueses quero desejar Feliz Natal e Feliz Ano Novo. Boas Festas.", faço minhas as palavras dele.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Companhia de Jesus
Em 1534, o cavaleiro espanhol Inácio de Loyola criou a Companhia de Jesus com o objectivo principal de combater o protestantismo através do ensino religioso, visto que a influência crescente das reformas preocupava cada vez mais a Igreja católica e a aristocracia europeia.
A Companhia de Jesus não era uma ordem religiosa como as outras, seus combativos integrantes tinha uma organização quase militar: consideravam-se soldados da Igreja e achavam que deviam infiltrar-se em todas as actividades sociais e culturais, a fim de eliminar aqueles que pusessem em risco os princípios do catolicismo.
A Companhia de Jesus chegou ao Brasil em Março de 1549, com o primeiro contingente de Jesuítas, e fundaram a Província do Brasil da Companhia de Jesus que passou a ser a sede e cabeça da Ordem Inaciana na América Portuguesa.
O objectivo dos Jesuítas no Brasil era a catequese de adultos e através da educação, a catequese das crianças e jovens.
A Companhia de Jesus não era uma ordem religiosa como as outras, seus combativos integrantes tinha uma organização quase militar: consideravam-se soldados da Igreja e achavam que deviam infiltrar-se em todas as actividades sociais e culturais, a fim de eliminar aqueles que pusessem em risco os princípios do catolicismo.
A Companhia de Jesus chegou ao Brasil em Março de 1549, com o primeiro contingente de Jesuítas, e fundaram a Província do Brasil da Companhia de Jesus que passou a ser a sede e cabeça da Ordem Inaciana na América Portuguesa.
O objectivo dos Jesuítas no Brasil era a catequese de adultos e através da educação, a catequese das crianças e jovens.
Frases Bonitas?
Fernando Pessoa, nos últimos dez anos da sua vida dedicou-se ao Texto Publicitáro.
Pessoa tentou chegar àquilo que é hoje o Marketing, já que não se limitou a deixar frases bonitas para conquistar o público, mas ao invés, quando lhe propunham um anúncio, ele procurava conhecer o público-alvo e só depois conceber o slogan adequado a essa ou a essas gerações.
De facto, Pessoa foi um génio literário que não se limitava ao seu dom, procurava sempre transcender-se.
"Primeiro estranha-se. Depois entranha-se."
Fernando Pessoa, 1928, para a Coca-cola
Pessoa tentou chegar àquilo que é hoje o Marketing, já que não se limitou a deixar frases bonitas para conquistar o público, mas ao invés, quando lhe propunham um anúncio, ele procurava conhecer o público-alvo e só depois conceber o slogan adequado a essa ou a essas gerações.
De facto, Pessoa foi um génio literário que não se limitava ao seu dom, procurava sempre transcender-se.
"Primeiro estranha-se. Depois entranha-se."
Fernando Pessoa, 1928, para a Coca-cola
domingo, 28 de setembro de 2008
Reflexo
(...) Para a Mafalda, era mais um dia de escola difícil. A meu ver, ela tentava enfrentar a escuridão que a rodeava.
Vinha como sempre com umas cores escuras e com o olhar de raiva e de muito ódio que não conseguia disfarçar. Na sua face trazia um sorriso forçado e irónico, mas tentava que ele fosse o mais natural possível. Tinha uma imagem a manter, mostrar a sua superioridade àqueles que pensavam que eram tudo.
Para a Mafalda o problema daquela escola, no geral, era que nunca tinham visto o seu próprio reflexo com medo de desiludirem-se a si próprios.
-Cada um vira-se para onde pode!- dizia ela com o seu tom de ironia.
Ela revoltava-se com todas as atitudes infantis que a sua turma tinha. Não suportava o egocentrismo. Mas ela própria se tornara egocêntrica sem se aperceber.
-Estamos no 11º ano, o 5º já foi há muito tempo. Já deviam ter idade para reagir aos problemas de frente. - dizia a Mafalda revoltada com todas as situações que presenciava.
É inexplicável o ódio e a raiva que a Mafalda sente por tudo que a rodeia, do meu ponto vista.
-Olhem-se ao espelho, vejam o vosso reflexo!- proferia a Mafalda no momento de exaltação.
Para a Mafalda a imagem que as pessoas veriam reflectida no espelho seria a solução para mudarem.
(...)
(Esta narrativa não é um acontecimento em concreto, o narrador fala, no geral, sobre o que Mafalda pensa, tendo em conta todos os episódios passados e assistidos por ele. )
Vinha como sempre com umas cores escuras e com o olhar de raiva e de muito ódio que não conseguia disfarçar. Na sua face trazia um sorriso forçado e irónico, mas tentava que ele fosse o mais natural possível. Tinha uma imagem a manter, mostrar a sua superioridade àqueles que pensavam que eram tudo.
Para a Mafalda o problema daquela escola, no geral, era que nunca tinham visto o seu próprio reflexo com medo de desiludirem-se a si próprios.
-Cada um vira-se para onde pode!- dizia ela com o seu tom de ironia.
Ela revoltava-se com todas as atitudes infantis que a sua turma tinha. Não suportava o egocentrismo. Mas ela própria se tornara egocêntrica sem se aperceber.
-Estamos no 11º ano, o 5º já foi há muito tempo. Já deviam ter idade para reagir aos problemas de frente. - dizia a Mafalda revoltada com todas as situações que presenciava.
É inexplicável o ódio e a raiva que a Mafalda sente por tudo que a rodeia, do meu ponto vista.
-Olhem-se ao espelho, vejam o vosso reflexo!- proferia a Mafalda no momento de exaltação.
Para a Mafalda a imagem que as pessoas veriam reflectida no espelho seria a solução para mudarem.
(...)
(Esta narrativa não é um acontecimento em concreto, o narrador fala, no geral, sobre o que Mafalda pensa, tendo em conta todos os episódios passados e assistidos por ele. )
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