Em 1534, o cavaleiro espanhol Inácio de Loyola criou a Companhia de Jesus com o objectivo principal de combater o protestantismo através do ensino religioso, visto que a influência crescente das reformas preocupava cada vez mais a Igreja católica e a aristocracia europeia.
A Companhia de Jesus não era uma ordem religiosa como as outras, seus combativos integrantes tinha uma organização quase militar: consideravam-se soldados da Igreja e achavam que deviam infiltrar-se em todas as actividades sociais e culturais, a fim de eliminar aqueles que pusessem em risco os princípios do catolicismo.
A Companhia de Jesus chegou ao Brasil em Março de 1549, com o primeiro contingente de Jesuítas, e fundaram a Província do Brasil da Companhia de Jesus que passou a ser a sede e cabeça da Ordem Inaciana na América Portuguesa.
O objectivo dos Jesuítas no Brasil era a catequese de adultos e através da educação, a catequese das crianças e jovens.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Frases Bonitas?
Fernando Pessoa, nos últimos dez anos da sua vida dedicou-se ao Texto Publicitáro.
Pessoa tentou chegar àquilo que é hoje o Marketing, já que não se limitou a deixar frases bonitas para conquistar o público, mas ao invés, quando lhe propunham um anúncio, ele procurava conhecer o público-alvo e só depois conceber o slogan adequado a essa ou a essas gerações.
De facto, Pessoa foi um génio literário que não se limitava ao seu dom, procurava sempre transcender-se.
"Primeiro estranha-se. Depois entranha-se."
Fernando Pessoa, 1928, para a Coca-cola
Pessoa tentou chegar àquilo que é hoje o Marketing, já que não se limitou a deixar frases bonitas para conquistar o público, mas ao invés, quando lhe propunham um anúncio, ele procurava conhecer o público-alvo e só depois conceber o slogan adequado a essa ou a essas gerações.
De facto, Pessoa foi um génio literário que não se limitava ao seu dom, procurava sempre transcender-se.
"Primeiro estranha-se. Depois entranha-se."
Fernando Pessoa, 1928, para a Coca-cola
domingo, 28 de setembro de 2008
Reflexo
(...) Para a Mafalda, era mais um dia de escola difícil. A meu ver, ela tentava enfrentar a escuridão que a rodeava.
Vinha como sempre com umas cores escuras e com o olhar de raiva e de muito ódio que não conseguia disfarçar. Na sua face trazia um sorriso forçado e irónico, mas tentava que ele fosse o mais natural possível. Tinha uma imagem a manter, mostrar a sua superioridade àqueles que pensavam que eram tudo.
Para a Mafalda o problema daquela escola, no geral, era que nunca tinham visto o seu próprio reflexo com medo de desiludirem-se a si próprios.
-Cada um vira-se para onde pode!- dizia ela com o seu tom de ironia.
Ela revoltava-se com todas as atitudes infantis que a sua turma tinha. Não suportava o egocentrismo. Mas ela própria se tornara egocêntrica sem se aperceber.
-Estamos no 11º ano, o 5º já foi há muito tempo. Já deviam ter idade para reagir aos problemas de frente. - dizia a Mafalda revoltada com todas as situações que presenciava.
É inexplicável o ódio e a raiva que a Mafalda sente por tudo que a rodeia, do meu ponto vista.
-Olhem-se ao espelho, vejam o vosso reflexo!- proferia a Mafalda no momento de exaltação.
Para a Mafalda a imagem que as pessoas veriam reflectida no espelho seria a solução para mudarem.
(...)
(Esta narrativa não é um acontecimento em concreto, o narrador fala, no geral, sobre o que Mafalda pensa, tendo em conta todos os episódios passados e assistidos por ele. )
Vinha como sempre com umas cores escuras e com o olhar de raiva e de muito ódio que não conseguia disfarçar. Na sua face trazia um sorriso forçado e irónico, mas tentava que ele fosse o mais natural possível. Tinha uma imagem a manter, mostrar a sua superioridade àqueles que pensavam que eram tudo.
Para a Mafalda o problema daquela escola, no geral, era que nunca tinham visto o seu próprio reflexo com medo de desiludirem-se a si próprios.
-Cada um vira-se para onde pode!- dizia ela com o seu tom de ironia.
Ela revoltava-se com todas as atitudes infantis que a sua turma tinha. Não suportava o egocentrismo. Mas ela própria se tornara egocêntrica sem se aperceber.
-Estamos no 11º ano, o 5º já foi há muito tempo. Já deviam ter idade para reagir aos problemas de frente. - dizia a Mafalda revoltada com todas as situações que presenciava.
É inexplicável o ódio e a raiva que a Mafalda sente por tudo que a rodeia, do meu ponto vista.
-Olhem-se ao espelho, vejam o vosso reflexo!- proferia a Mafalda no momento de exaltação.
Para a Mafalda a imagem que as pessoas veriam reflectida no espelho seria a solução para mudarem.
(...)
(Esta narrativa não é um acontecimento em concreto, o narrador fala, no geral, sobre o que Mafalda pensa, tendo em conta todos os episódios passados e assistidos por ele. )
terça-feira, 3 de junho de 2008
Sonhar?
Sonhar é ter sonhos, fantasiar! Sonhos são ideias e imagens que passam no espírito durante o sono, uma ilusão?
É visível a todos nós, seres humanos, constatarmos com esse acto, visto que é mesmo só isso que podemos ter. Sonhos que não passarão mais do que isso, SONHOS!
Será que os sonhos são reflexos da alma? ou ilusões do que queremos?
Maioria dos jovens sonham com o amor, com a pessoa amada.
Mas é nos sonhos que os seres humanos, neste caso, os jovens, se sentem realizados, concretizados.
Uma vez na vida, talvez, têm o que desejam, nem que seja na profunda ilusão.
Na adolescência, sonhar é um acto que todos os jovens praticam, por mais que tentem negar.
Todos os jovens sonham, nem que sejam meras ilusões! Ou pesadelos!
É visível a todos nós, seres humanos, constatarmos com esse acto, visto que é mesmo só isso que podemos ter. Sonhos que não passarão mais do que isso, SONHOS!
Será que os sonhos são reflexos da alma? ou ilusões do que queremos?
Maioria dos jovens sonham com o amor, com a pessoa amada.
Mas é nos sonhos que os seres humanos, neste caso, os jovens, se sentem realizados, concretizados.
Uma vez na vida, talvez, têm o que desejam, nem que seja na profunda ilusão.
Na adolescência, sonhar é um acto que todos os jovens praticam, por mais que tentem negar.
Todos os jovens sonham, nem que sejam meras ilusões! Ou pesadelos!
Disfemismo
“Era a bonacheirice, a nossa relassa fraqueza, uma certa solidariedade brejeira e serviçal"
“Para julgar em Política o facto mais complexo, largamente nos contentamos com o boato, mal escutado, a uma esquina, numa manhã de vento”
“Todo o jornal destila intolerância, como um alambique destila álcool, e cada manhã a multidão se envenena aos goles com esse veneno capcioso.”
"Aportei ao Havre na minha Arca, levando comigo, entre outros animais, o Pinho, a D. Paulina, para que mais tarde, tendo baixado as águas, Portugal se repovoe com proveito e o Estado tenha sempre Pinhos a quem peça dinheiro emprestado, e Quinzinhos gordos com quem gastar o dinheiro que pediu ao Pinho.”
“Para julgar em Política o facto mais complexo, largamente nos contentamos com o boato, mal escutado, a uma esquina, numa manhã de vento”
“Todo o jornal destila intolerância, como um alambique destila álcool, e cada manhã a multidão se envenena aos goles com esse veneno capcioso.”
"Aportei ao Havre na minha Arca, levando comigo, entre outros animais, o Pinho, a D. Paulina, para que mais tarde, tendo baixado as águas, Portugal se repovoe com proveito e o Estado tenha sempre Pinhos a quem peça dinheiro emprestado, e Quinzinhos gordos com quem gastar o dinheiro que pediu ao Pinho.”
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